terça-feira, setembro 13, 2005 |
não disseste, não foi preciso, eu senti... e percebi que tinhas tomado uma decisão. Eu não disse, não era preciso, bastou ter aparecido... para perceberes que também eu tinha tomado a minha. Tomadas no desconhecimento uma da outra, dir-se-ia que sobre a coincidência temporal de ambas, apenas a obra de um acaso a explicaria. Talvez. Para ti é agora assunto arrumado, o que passou está passado, não queres voltar a falar nisso. Não me perguntes como, não te saberia responder... mas antes de tomar a minha, soube que tinhas tomado a tua... e apareci.
escrito por s às 23:09
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